30.5.11



Assim Como O Sol

Queria ir mas o coração não entendia
Às vezes a gente mergulha no horizonte
Como um sol no fim de tarde
A gente se recolhe, oculta o amor
Mas todos os dias acordamos
E pela manhã renascemos naquele rosto
Que é o rosto do amor não esquecido
É infindável o dia
É infindável a noite
São infindáveis todos os momentos
É recorrente sua memória em mim
É estranhamente confuso pensar em você
Em algum lugar desta cidade
De certo que enquanto penso em você
Você sorri pra outro bebendo um café sob o mesmo céu que eu...
Sou um moço poeta
Sofro por amor
Escrevo versos
Dou cor a minha saudade
O sol se põe vermelho
Mas todos os dias renasce
E com ele sua face...
É inevitável, todos os dias o sol renasce infinitamente
Meu amor por você todos o dias renasce
Infinitamente...
Será assim até que o mundo acabe
Ou a gente acabe com esse sentimento...

5 comentários:

Gi B.H. disse...

Lindo o final!
Álias, o texto inteiro, mas particularmente o final

Rejane disse...

Muito lindo, vc fala do amor de uma maneira leve.Muitas vzs amar dói, mais acredito que sempre vale a pena.
Difícil "matar" um sentimento, sempre fica um vazio que não sabemos o que fazer com ele.

@Francisquices disse...

Eu gosto do que você escreve, de como escreve... Algumas das que escreve eu me vejo. Como nas músicas de Nando Reis, me vejo muito nas músicas dele.

O texto, mas um dos belos que você faz/sente/escreve...

O que vejo nele que contem em mim, o amor e outras coisas bem peculiar, sem mais.


P.S: Hoje to na flor da pele, chorei ao ler.

Ana D disse...

Existem pessoas q se identificam...E é tão belo isso, não ? Muito do que escrevo é baseado em observações do mundo em torno...Sentir é algo comum a todos..Fico feliz em ter leitores..Simplesmente feliz...Obrigada Francisco e Rejane..

Ana D disse...

Obrigada Gi por vir sempre ler e de alguma forma ao comentar me deixa ciente de que são palavrinhas que compartilhamos rs ...Um beijo.