23.2.11




O Não Não Deve Ser Não...Deve ¿ ( Ou O Improvável)

Não encontrei você
Esses olhos não deleitam no prazer
Tenho um sonho e a noite nem sonho
Sinto só, quero só e assim fico só
Sua boca que é só sua não divido com ninguém
Quisera dividir
Lábios pálidos, olhos pequenos, pelo em brasa
Casa vazia muro azul desordem e jardim
Larvas borboletas
Frágil corpo alma re-velada vem pra mim
Dê seus passos que eu espero porque não quero nem te ver
Por querer vem o medo e este medo que afasta
Por que ¿
Cem perguntas e sem respostas , cruzo as portas
Toc toc
Nem palavras, um trapézio e sem rede me jogar
O silêncio do encontro , as tormentas na cabeça
E depois ¿ Nem pensar...
Ele : um algodão doce degustado no céu da sua boca,
Dissolvendo num prazer....Raro disperso granulado azul
Baunilha desvirtuado atrapalhado tinto suave seco ouro tatuado pele pés chão mar colchão janela imensidão sexo sofreguidão luz cama ação baixo alto som violão descontrolado inquieto apaziguado uma prole um patriarca um louco um são....
Uns sãos outros não...Você só você...Quem é você ¿
Ela: (...)

5 comentários:

ventania disse...

acho que somos todos outros

Jana disse...

Ahh guria, eu já voltei a trabalhar, mas você poderia dar um pulinho em POA não?

Beijos

Erica Ferro disse...

Um texto tipicamente louco e apaixonado. Gostei.

Tangerina disse...

meus lábios se pertubaram e sorriram exatamente nessa parte:

"Ele : um algodão doce degustado no céu da sua boca"

Carol Freitas disse...

Demorei de vir aqui, mas voltei. :) Com blog novo, inclusive.
rs

Sempre bom te ler =*